Uma crônica sobre idiomas – e o caminho do autoconhecimento

26 . abril . 2017

Eu sempre tive fascínio por me comunicar – quem me conhece sabe que eu disparo 400 ppm (palavras por minuto rs). Além disso, eu sou muito curiosa! O meu nível é daqueles que se você disser que quer conversar comigo uma coisa importante, eu não vou conseguir pensar em NADA além disso até a gente conversar. Isso se eu não ficar pedindo para você me contar de 5 em 5 segundos!

Minha mãe me conta, que quando eu tinha uns 4 anos, eu pedia para ela me ensinar a ler, porque eu amava as revistinhas da Mônica e ela que tinha que ler para mim, mas eu queria ler sozinha, porque né?! Curiosa e querendo receber de forma direta as mensagens que aquelas páginas e desenhos passavam! Ela não ensinou, ela costuma dizer que tudo tem sua hora e, eu tinha que esperar para aprender na escola. Lá pelos 6 eu já estava aprendendo, lendo tudo o que via pela frente.

Naquela preocupação de pai e mãe querendo formar a melhor versão de filha possível, aos 8 me colocaram para aprender inglês. Lembro da minha primeira professora até hoje, inclusive saudades, e eu amava de paixão.  Eram dois dias na semana muitos felizes para mim. Fiz no mesmo curso até meus 14 anos, 8a serie, tive que sair porque estava fazendo cursinho para a escola técnica – foi uma crise muito grande ter que parar. Depois que entrei no CEFET, tendo feito valer a pena o sacrifício de sair do inglês, voltei para as aulas, só que em outro curso, numa versão mais adulta. E, no mesmo ano, viajei pra Disney, como presente de 15 anos. Pode apostar que uma das caras de pau com inglês enroladão a pedir tudo, falar tudo, desenrolar tudo, era eu. Foi um caminho sem volta. Idioma. Viagem. Nunca mais eu fui a mesma pessoa! Com 16 anos, eu acabei meu curso de inglês, antes de me formar no ensino médio. Para mim, o segundo passo era obvio: fazer espanhol. Mas tinha uma coisinha chamada vestibular que não permitiu, na época.

Quando passei pra UFF, a primeira providência tomada foi entrar no espanhol. Que decisão mais maravilhosa, cara. Deus abençoe essa fissura. Fiz intensivo, super intensivo, curso de verão, devorei o curso, os livros, o idioma e me apaixonei de corpo e alma. Em um ano e meio acabei o curso. Além disso dei sorte de cruzar com pessoas incríveis nesse caminho que fizeram a experiência ser mais valida ainda. E aí, lembra que idioma e viagem se conectam, nessa história né?! Por causa do espanhol, como já disse por aqui, pude arriscar a tentar um intercambio pela faculdade e, ah moleque, fiz um semestre da faculdade na Espanha – La Coruña –  foi/é/vai sempre ser um pouco minha casa. Várias das melhores lembranças que tenho na vida, eu adquiri durante o intercambio, fora as amizades que – que sorte na vida de essas pessoas terem passado na minha vida, e que algumas tenham ficado.

Voltei para o Brasil, um pedacinho do meu coração ficou.

Eu estava nos últimos períodos da faculdade, mas o terceiro passo já era obvio, mais uma vez: aprender francês. Por conta da carga horaria, Monografia e trabalho, não deu. Tive que adiar para quando acabasse a faculdade. Monografia entregue, com nota, free at last da UFF! Entrei para o francês. Depois de um semestre de curso fui para aulas particulares. Infelizmente tive que pausar nessa parte. Mas o francês é uma admiração e um desafio, porque apesar de todo o meu esforço não consegui chegar na parte que me considero uma pessoa que domine, mas eu vou chegar lá. E, eu pausei por uma causa boa, realizar o sonho de trabalhar fora e aqui eu estou.

Mas, porque eu estou falando isso tudo? Já falei demais, até… O que eu queria dizer é que estar morando, trabalhando, fazendo amizades em um pais que fala um idioma totalmente estranho para mim é, com certeza, o maior pulo no escuro da minha vida. Viajar por aqui já seria muito desafiador, mas vir morar foi uma loucura tão grande, que sei nem descrever. Todas as pessoas me perguntam como é minha comunicação por aqui. No trabalho é fácil, porque todo mundo fala inglês, espanhol, francês, até um colega de trabalho, que é thai – maior loucura isso! – Fala um pouco de português. Mas na rua, é aquilo, as poucas palavras que já aprendi, arriscar um inglês que eles consigam entender, linguagem dos sinais e boa vontade. Quando saio com os amigos do trabalho, eles sempre juram que vão falar em inglês, mas nunca falam! E não é por mal, eu não fico nem brava, no Brasil, na minha roda de amigos, dificilmente falaríamos qualquer idioma que não fosse o nosso.

Agora, eu, maníaca por falar, ouvir e me comunicar e um dos seres humanos mais curiosos que já habitaram nessa terra, vivendo num lugar que eu não entendo as pautas das reuniões até que me traduzam, não entendo as risadas out of the blue no meio de uma conversa na copa, não entendo os ingredientes de uma comida em barraquinhas na rua, não consigo explicar direito os sintomas de mal estar no hospital/farmácia, não consigo pronunciar decentemente as palavras mais simples ou diferenciar os 5 tons que cada palavra tem em thai…  Tem sido um aprendizado diário. Eu cheguei a um ponto de naturalidade que já me acostumei a não entender, a aceitar que preciso esperar alguém traduzir, a fazer todos os gestos possíveis para alguém tentar me entender e a não me estressar quando não entendo alguma coisa, ou quando riem e eu fico olhando em volta. Por que verdade seja dita, eu vou fazer mais o que?

É engraçado notar isso. Notar que eu sou um peixinho fora d’agua aqui, às vezes, e não importa o que eu faça para tentar mudar isso (por enquanto, enquanto não aprendo thai rs) e tudo bem. Resiliência. Paciência. Jogo de cintura. Bom humor. Já estou ficando craque nessas potencialidades por aqui.

Conexão ou Escala? Saiba como identificar!

14 . abril . 2017

Hey pessoal!

O post de hoje é prático e campeão de perguntas. Quando viajamos de avião e vamos parar em algum lugar antes do destino final, como devemos proceder? Vamos sair ou não do avião. Eis que te digo agora como é fácil descobrir!

Exemplo:

Conexão Blush Viajante

No vídeo abaixo eu te explico tudinho…

 

Uma bitoca!

O que vem a mente quando pensamos na Tailândia?

01 . abril . 2017

Sawadee kha!

Estava refletindo aqui para fazer um segundo post né?! Nesses pensamentos, me veio essa pergunta!

Nem surge Bangkok na jogada né?! Provavelmente você pensa nas ilhas paradisíacas primeiro. O segundo pensamento deve ser… TSUNAMI! Acertei?! E depois deve vir aquela máxima de que aqui o povo vive de comer barata…

Confesso que antes de decidir tentar uma vaga por aqui, eu nunca tinha nem parado pra pensar fora da caixa também e toda vez que eu contava pra alguém que estava arrumando as malas pra vir pro outro lado do mundo surgiam essas questões. E sei que minha família ficou feliz por mim, mas ficaram muito assustados, também! Eles falavam que era um lugar perigoso demais, que eu ia odiar a comida, que eu tinha que tomar cuidado pra não ser presa e que tinha Tsunami toda hora – inclusive virou uma interna pros mais chegados haha!

E a verdade é que, todo lugar no mundo tem seus clichês que viajam mundo afora e acho que esses são os tailandeses.

A intenção desse post é desconstruir (minha veia cientista social e tal rs), fazer graça e discordar da maioria dos textos que li antes de vir pra cá.

IMG_0273

Quando descobri que vinha, resolvi fuçar toda a internet atrás de informações a respeito do Reino da Tailândia. Achei bastante informação útil e interessante, de verdade, mas me lembro de alguns lugares que li diziam que a Tailândia, mais precisamente Bangkok, é ame ou odeie. Que a cidade é suja e fedorenta; que a cidade é feia; que as pessoas vão te enganar e são desonestas…

Olha, veja bem, sei que ninguém tem o compromisso de ser 100% fiel a realidade social do lugar, mas é um discurso muito superficial. Se você pegar essas frases soltas, pode estar se referindo a qualquer lugar do mundo. O Rio de Janeiro turístico é uma beleza, mas já foi pras regiões do subúrbio? Paris é muito romântica, mas você chegou a conhecer os lugares fora do centrão e se deparar com ruas super sujas? Já conheceu regiões das cidades fora do circuito mainstream de qualquer lugar do mundo? Pode jogar essas frases aí que eu aposto encaixa na maioria!

Bangkok, pra mim, é difícil de descrever até hoje e não rolou comigo um ame ou odeie instantâneo! Tem quase dois meses que eu moro aqui só, mas esse lugar já se tornou um pouquinho o meu lar. Mas ao mesmo tempo eu não me encaixo em lugar nenhum! Eu já sei o caminho de ir e voltar pra casa, mas quase não conheço minha região (Phra Khanong, se quiser dar uma viajada no google maps!). Já fiz amigos thai, que são pessoas incríveis e já fui a templos aqui, só que nenhum famoso e conhecido para tirar umas fotos e bombar no insta hahaha

IMG_0212

ÓBVIO que sei que viajar e morar num lugar te dão perspectivas totalmente diferentes, mas acho difícil existir qualquer lugar que se defina apenas como: ame-o ou odeio-o. Por exemplo, aqui não tem a beleza das ilhas paradisíacas, mas as combinações dos arranha-céus modernos com os templos espalhados pela cidade fazem dela uma combinação surpreendentemente harmoniosa.

IMG_0014

Aqui faz calor demais, demais mesmo, eu nasci e cresci no Rio e olha, mesmo assim, num guento, mas apesar disso, a maioria das pessoas andam quase todas cobertas, muitas vezes de casacos porque elas não querem se queimar de sol, porque isso é um estigma muito grande na sociedade aqui. E acredita que eles não ficam suados? Eu, em compensação… E as pessoas não comem baratas nas suas refeições, nem grilo, nem escorpião! Isso é absolutamente e totalmente turístico, paga até pra tirar foto com o espetinho na mão.

Se tem uma dica que eu posso dar, se eu tô em posição de fazer isso né?! É fuja dos clichês. Nenhum lugar se resume ao que é disseminado sem cuidado por aí.

IMG_0017

E Bangkok… Ah, Bangkok é MUITO mais que isso. É descobrir alguma coisa nova todo dia. Tanto na cidade, quanto na cultura. Bangkok é se jogar sem medo, pra conseguir realmente desfrutar do que ela tem a oferecer.

#CarolTakesThailand – Um ano na Tailândia

07 . março . 2017

Meu nome é Ana Carolina, a Ive me chama de Ana haha, mas a maioria das pessoas por aí, me chama de Carol! Bom, eu vou me apresentar rapidinho e depois dizer por que e como eu vim parar aqui meio de paraquedas!

Eu conheço a Ive há seis anos, trabalhei pra ela e com ela por alguns desses anos de amizade e sempre admirei muito muito muito essa pessoinha por vários motivos que nem cabem num texto haha. Bom, eu fiz turismo no Ensino Técnico no CEFET e Ciências Sociais na UFF; e essa combinação me fez um ser humano muito rolezeiro e V1D4 LOK4 HAHAHA fiz um intercâmbio pra Espanha no quinto período da faculdade e nunca mais fui a mesma pessoa… Acho que ter vivido fora, mesmo que por seis meses, me deu um comichão e uma vontade de desbravar essa mundão de Deus e, como boa ariana que sou, sou uma pessoa hiper desapegada então, que que eu fiz? Comecei a procurar outras oportunidades fora do país – trabalho, mestrado, intercâmbio, etc. Como a vida é surpreendente, nessas buscas por oportunidades que fossem mudar a minha vida, eu encontrei a AIESEC no Rio de Janeiro e posso dizer sem a menor sombra de dúvidas: MUDOU A MINHA VIDA!

Posso contar mais profundamente sobre a Organização em outro post, já que vocês não vão se ver livres de mim por um tempinho haha, mas adianto que é uma Organização parceira da ONU, direcionada para promover liderança em jovens através de intercâmbios culturais, voluntários e profissionais, na intenção de alcançar a paz mundial.

Então, depois de trabalhar como voluntária na Organização por um semestre, me apliquei pra uma vaga de intercâmbio profissional, fiz o processo seletivo, fui aprovada e vim parar na… TAILÂNDIA! AEEEEEE! E, é por isso eu tô aqui no blog, pra contar pra vocês um pouco da vivência que vou ter nesse ano trabalhando fora, vivendo em uma cultura completamente diferente da nossa, num país a 10h na frente do Brasil e os desafios que vão se apresentar por aqui…

BlushViajante Thailandia

Vou contar como andam as coisas desde que cheguei… cheguei em Bangkok há um mês e, posso dizer, que tem sido a experiência mais montanha russa que já vivi até aqui:

As pessoas, de maneira geral, são incrivelmente gentis e (pode pesquisar na internet isso rs) estão sempre sorrindo; mas o trânsito é super agressivo! Quase ninguém do cotidiano da cidade fala inglês bem, então a comunicação também é bem desafiadora; mas eles se esforçam muito pra ajudar, muitas vezes pedindo ajuda a alguém que fale inglês por perto (ou pelo telefone!!!!!). As pessoas são muito silenciosas, em qualquer lugar, até no prédio onde eu moro quase não se ouve ruído, as vezes parece que moro sozinha nesse condomínio. hahaha

Eu aprendi a dizer pouquíssimas coisas em thai até agora: Sawasdee Ka (saudação pra quem é do gênero feminino); Kop Khun Ka (forma de agradecer pra quem é do gênero feminino) e Ko Toot Ka (desculpe ou licença pra quem é do gênero feminino), Kai (frango), Moo (porco) e Mai (não). Aprendi muito pouco, mas tá dando pra sobreviver numa boa! Ah, e deu pra perceber que aqui eles usam a flexão Ka no final pra quem é mulher né? E eles usam Krap pra quem é homem, mas o som é super parecido!

A comida é boa, até agora não comi nada apimentado que fosse realmente insuportável, mas já ouvi dizer que tem hahaha o normal aqui é comer em barraquinhas na rua, pra alguns pode parecer estranho, mas de forma geral, eles são muito higiênicos com a comida e, até agora, não tive nenhuma infecção alimentar (ALELUIA! Hahaha). E, olha, é barata a comida hein? Dá pra encontrar camarão, frutos do mar, em geral, por um preço que, convertendo pra real, dá até susto de tão barato! Um hábito super diferente pra quem é de fora é que aqui, eles comem com garfo e… COLHER! Eles não usam faca, a não ser pra preparo, nas refeições nunca! Se come com a colher e se usa o garfo como um auxiliar, super diferente!

O transporte público é dividido em: BTS (é um skytrain), Metrô, ônibus e barquinhos. Até hoje, só andei de BTS e olha, não tenho do que reclamar! Quem pega metrô no Rio, na linha 2 (Alô Zona Norte!), fica feliz demais em pegar o BTS por aqui… mais pra frente falo mais do outros. Táxi, Uber, Grab (concorrente da Uber por aqui), Tuk Tuk e mototáxi são os transportes privados; só usei táxi e mototáxi, e tem que ficar esperto porque as vezes eles podem tentar se aproveitar da nossa cara de turista e de que a comunicação é complicada e cobrar uma fortuna, mas nada que uma conversa firme, mas educada não resolva, já aprendi que é melhor combinar o preço antes de entrar ou exigir que eles usem o taxímetro (porque as vezes eles usam essa tática pra nos enrolar)!

A modernidade da cidade, ter 95% da população budista e a existência de uma monarquia são as coisas mais fascinantes de morar aqui. Digo isso porque, ao mesmo tempo que a cidade é globalizada, grande como o Rio de Janeiro, com prédios altíssimos e modernos, isso não ocupou por completo a cultura tailandesa. Do lado de prédio de variadas formas, habitam templos dourados imensos e lindos, de uma forma complementar e, por todos os cantos, vemos fotos do rei, falecido ano passado, prestando homenagens. Nos lugares públicos duas vezes por dia (as 8h e as 18h) toca o hino nacional e TODO MUNDO PARA o que está fazendo por aproximadamente 30 seg, numa das salas de cinema mais modernas que já fui, também tocou o hino antes do filme começar. Dentro de todo transporte público, tem acentos preferenciais para os monges e eles circulam pela cidade normalmente, com seus trajes laranjas tradicionais…. Ah, mas é TANTA coisa que, como cientista social, fico muito empolgada! Haha

Acho que já falei demais… tenho um ano de post sobre a Tailândia, não preciso falar tudo de uma vez né? Eu agradeço o espaço que a Ive tá me dando nesse mundinho só dela e espero que vocês gostem de ler minhas aventuras pelas terras tailandesas e acompanha ai que… Tá só começando! Como costuma brincar uma amiga minha, esse ano vai ser só: #CarolTakesThailand 😉

LATAM – Nova franquia de bagagem

06 . março . 2017

Hey pessoal!

A partir deste dia 14, a LATAM muda suas regras de bagagem com relação à franquia permitida por passageiro e à cobrança do excesso. As novas regras adaptam os processos da companhia à revisão das Condições Gerais de Transporte Aéreo (CGTAs), aprovada pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) em dezembro de 2016. “A experiência internacional mostra que os preços das passagens caíram e mais pessoas passaram a usar o transporte aéreo onde a bagagem despachada é cobrada à parte. Com o novo jeito de voar, a LATAM e suas filiais projetam reduzir em até 20% as tarifas mais baratas disponíveis para seus voos domésticos até 2020, consolidando sua importância para o desenvolvimento do turismo na região e contribuindo para o crescimento do tráfego aéreo. Nossa meta é aumentar em 50% nossos passageiros transportados até 2020”, afirma Cláudia Sender, CEO da LATAM Airlines Brasil.

A executiva confirmou que o objetivo é seguir avançando neste caminho. Com as mudanças, nossos passageiros poderão escolher como voar e poderão voar mais vezes, o que resultará num crescimento de todo o tráfego aéreo.
Para ajudar o cliente a se adaptar a esta nova dinâmica e garantir uma excelente implementação do novo processo, durante os próximos meses o despacho da primeira bagagem de 23 quilos ainda será gratuito e a cobrança será apenas sobre o excesso. “Queremos dar tempo ao cliente para que se acostume com nossos novos procedimentos antes de iniciar a cobrança da primeira mala em voos domésticos”, comenta Adriana Gomes, Diretora de Marketing da LATAM Airlines Brasil.

Confira os preços das bagagens despachadas:

1a bagagem até 23 kg – Para voos domésticos será grátis no primeiro momento mas no futuro a taxa será de R$ 50. Nos internacionais não será cobrada

2a bagagem até 23 kg – Para voos domésticos R$ 80. Para voos na América do Sul, US$ 90. Voos para outros países não será cobrada

Bagagem com peso entre 24 e 33 kg – Para voos domésticos R$ 120. Na América do Sul, US$ 90 e demais voos internacionais US$ 100

Bagagem com peso entre 34 a 43 kg – Para voos domésticos, R$200. Na América do Sul, US$ 180 e demais voos internacionais US$ 200

Tamanho excedente permitido – No Brasil, em voos domésticos R$200. Na América do Sul, US$ 90 e demais voos internacionais US$ 200.

 

Entenda mais sobre as regras e mudanças, clicando aqui!

 

Bitocas,

 

Créditos: Antonio Cruz/Agência Brasileira

Páginas     12345... 18»

Newsletter

Fique por dentro das novidades do blog! Assine abaixo e receba as atualizações direto no seu e-mail!

Blush Viajante - Todos os Direitos Reservados - Copyright © 2017