Problemas para renovar o passaporte? Veja 8 países para viajar usando somente o RG

25 . agosto . 2017

Hey pessoal!

Sabe quando bate aquela vontade de viajar, mas o passaporte está vencido e não vai dar tempo de esperar ficar pronto? Então, esse post é para você!

Só preste atenção em um detalhe: Confira, se o país que a cia aérea vai fazer conexão exige o passaporte, porque aí, mesmo que o destino final não exija, terá que apresentar o passaporte e até mesmo tirar o visto.

1 – Argentina

 

 

 

 

Apesar da rivalidade no futebol, argentinos e brasileiros se dão muito bem quando o assunto é viagem. Afinal, os dois países dividem uma das Sete Maravilhas da Natureza, as Cataratas do Iguaçu. Isso já é um motivo mais que especial para conhecer a terra dos hermanos.

A cidade de Puerto Iguazu costuma ser a porta de entrada para o país argentino, principalmente entre os visitantes que estão conhecendo o lado brasileiro da atração. Além desta pequena cidade na fronteira, há muitos outros destinos que merecem a atenção do viajante como a Patagônia, Buenos Aires, Bariloche e por aí vai.

2 – Bolívia

 

 

 

Um país dono do maior deserto de sal do mundo, as Salinas de Uyuni, e sítios arqueológicos que mexem com o imaginário do grande público e de historiadores, a Bolívia abriga riquezas únicas, capazes de entreter o viajante por dias e dias. A sugestão para explorar suas possibilidades é definir por um roteiro que priorize ou seu lado histórico ou seus cenários naturais.

3 – Chile

 

 

 

 

 

Desertos, vulcões, geleiras, vinhedos, modernidade e história fazem do Chile um país múltiplo, incansável. A cada nova estação, uma experiência única pode ser vivenciada e não importa qual região chilena faça parte do roteiro, seja a Patagônia Chilena, seja Santiago ou a Ilha de Páscoa. Embora cada um destes lugares marque de maneira diferente a memória do viajante, é possível dizer que são todos igualmente envolventes.

4 – Colômbia (Caribe)

 

 

 

 

 

De um lado, o azul das águas caribenhas. Do outro, o verde dos cafezais. E em meio a tudo isso cidades históricas, formadas por conjuntos arquitetônicos e imponentes. É com tudo isso e muito mais que a Colômbia recebe os visitantes, garantindo ainda a hospitalidade e as valiosas tradições de seu povo. Aquela dica em vermelho lá em cima, serve principalmente para este destino, cujo a maioria dos voos é via Panamá com a Copa, e é preciso passaporte. Para não errar, escolha a Avianca. 😉 Ah, este país exige a vacina contra febre amarela .<= Te explico tudo aqui!

5 – Equador

 

 

 

 

 

Equador é um dos países mais baratos do mundo para viajar. Além da economia, o viajante vai encontrar por lá a possibilidade de traçar roteiros bem particulares, mesclando o que há de mais bonito em seus cenários naturais ao que há de mais valioso em sua história. Depois de desembarcar na capital Quito, o viajante poderá se ver diante de vulcões, como Cotopaxi e Chimborazo, ou ainda conhecer lugares paradisíacos como as Ilhas de Galápagos. A escolha vai depender do perfil de cada visitante, que não deve hesitar em unir o melhor de cada particularidade equatoriana em uma única viagem.

6 – Paraguai

 

 

 

 

Esquecido por boa parte dos viajantes brasileiros, o Paraguai pode ser uma agradável surpresa, especialmente para aqueles que viajam com o objetivo de enriquecer a bagagem cultural. Assunção, capital do país, é formada por prédios históricos e abriga diversas áreas verdes.

O interior paraguaio, por sua vez, propicia experiências ainda mais convidativas, graças a lugares como as Ruínas da Santíssima Trindade, que revelam detalhes do período quando os jesuítas tentaram catequizar as comunidades indígenas da região.

7 – Peru

 

 

 

 

O principal cartão postal peruano é Machu Picchu. O país, porém, ainda tem muito mais a oferecer. Quem tiver a oportunidade pode e deve aproveitar para conhecer outras riquezas peruanas, como a bela e imponente capital Lima ou as misteriosas linhas de Nazca (meu sonho).

8 – Uruguai

 

 

 

 

 

Uruguai até pode ser definido como um país menor, quando tem seu território comparado aos outros países da América Latina, mas isso não significa que ele tenha menos possibilidades a oferecer ao visitante. Dono de praias incríveis, como as encontradas em Punta del Este, e de raridades culturais e históricas, como as que fazem de Montevidéu uma capital única.

E aí? Pra onde você vai?!

Bitocas, Ive.

Como escolher seu hotel em Paris – Post 6

30 . junho . 2017

Olá Amorecos!

Tudo bem? Eu estou trazendo uma série de posts sobre a França, em parceria com uma agência francesa chamada  especializada em passeios pela França. O sexto: Como escolher seu hotel em Paris.

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Paris, como é linda ao entardecer, principalmente se você pode ver ao longe a Torre Eiffel ou o Arco do Triunfo! Para que sua estadia se torne ainda melhor, escolher um bom apartamento ou hotel é fundamental, em primeiro lugar quero que você saiba que ficar fora dos muros de Paris é um pouco problemático, pois quase tudo, monumentos, pontos históricos e turísticos, passeios de barcos, bairros históricos, casa de shows, restaurantes, cafés, ficam no que chamamos “Paris Intra Muros”. Pra você entender, Paris é rodeada por um anel viário, o que estiver dentro dele é o lugar ideal pra você ficar.

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Concentre a sua atenção nisso quando for escolher o seu hotel, para ajudar vai aqui uma dica: verifique o código postal do endereço do hotel, se iniciar com os números 75, então você ficará numa região parisiense. Esta localização irá facilitar seus passeios, por exemplo, quando você contratar um transfer, se você estiver fora da Paris intra muros irá pagar uma taxa adicional em quase todos os passeios ou correrá o risco da empresa não ter como ir te pegar e te levar no hotel por causa da distância dos lugares turísticos.

Fora do anel periférico, cito o bairro de La Defanse, por ser de facílimo acesso de metro (linha 1), ou ônibus (linha 73) ao centro de Paris, o trajeto é feito em pouco mais de 15 minutos, alem do que La Defanse é um bairro que vale a pena ser conhecido por sua arquitetura futurista, pela esplanada que leva o mesmo nome e pelo enorme shopping Center, o “4 Temps”, onde você encontra todas as lojas de marca ou populares, num só lugar. Da Esplanada de La Defanse você tem uma vista linda do Arco do Triunfo e da Torre Eiffel.

Nós também não recomendamos aos nossos clientes:

– Hospedarem-se nos limites da cidade, nos hotéis localizados na divisa entre Paris, o periférico e as cidades vizinhas, por exemplo, hotéis próximos á Porte de La Villette, porte de Clichy e outras,(veja mapa acima) estes lugares estão afastados das regiões de interesse do turista e muitas vezes não tem acesso rápido para o centro de Paris.

– Montmarte é um bairro interessante (boêmio) para se visitar, mas não para ficar hospedado, fica longe do centro e o acesso ao metro e ônibus é difícil por causa do sobre e desce das escadas, já que o bairro fica num morro, alias o único de Paris. Este é um bairro que pode deixar o turista brasileiro que viaja com a família, um pouco desconfortável, pois atrai um público mais animado, barulhento e às vezes duvidoso.

Hoteis de rede, de charme ou apartamentos?

Nossa dica são os hotéis de rede, por exemplo, os da rede Accor: Novotel, Ibis, Mecure, etc.. Porque? É simples, este tipo de hotel segue um padrão, já se sabe exatamente o que encontrar: bons preços, quartos limpos e modernos, profissionais bem treinados e educados. Geralmente, não tem erro.

Outra opção bem interessante e cada vez mais procurada, são os alugueis de apartamentos ou studios, geralmente são mais em conta que os hotéis e você fica melhor instalado, por ultimo vêm os hotéis de charme, em Paris há muitos pequenos hotéis, são normalmente familiares ou às vezes pertencem a um pequeno grupo. A localização deles, normalmente é boa, porem os quartos costumam ser bem pequenos e se o prédio for muito antigo (quase sempre são), você vai correr o risco de ficar num quarto com pouca iluminação ou com cheirando a mofo. Optar por um desses hotéis é mais fácil errar, só reserve se você tiver a recomendação de um amigo. Mas…nunca se sabe, pode ser que você dê sorte, não é?

Duas bitocas, Ive Dourado.

Fonte: Eurotours

Uma crônica sobre idiomas – e o caminho do autoconhecimento

26 . abril . 2017

Eu sempre tive fascínio por me comunicar – quem me conhece sabe que eu disparo 400 ppm (palavras por minuto rs). Além disso, eu sou muito curiosa! O meu nível é daqueles que se você disser que quer conversar comigo uma coisa importante, eu não vou conseguir pensar em NADA além disso até a gente conversar. Isso se eu não ficar pedindo para você me contar de 5 em 5 segundos!

Minha mãe me conta, que quando eu tinha uns 4 anos, eu pedia para ela me ensinar a ler, porque eu amava as revistinhas da Mônica e ela que tinha que ler para mim, mas eu queria ler sozinha, porque né?! Curiosa e querendo receber de forma direta as mensagens que aquelas páginas e desenhos passavam! Ela não ensinou, ela costuma dizer que tudo tem sua hora e, eu tinha que esperar para aprender na escola. Lá pelos 6 eu já estava aprendendo, lendo tudo o que via pela frente.

Naquela preocupação de pai e mãe querendo formar a melhor versão de filha possível, aos 8 me colocaram para aprender inglês. Lembro da minha primeira professora até hoje, inclusive saudades, e eu amava de paixão.  Eram dois dias na semana muitos felizes para mim. Fiz no mesmo curso até meus 14 anos, 8a serie, tive que sair porque estava fazendo cursinho para a escola técnica – foi uma crise muito grande ter que parar. Depois que entrei no CEFET, tendo feito valer a pena o sacrifício de sair do inglês, voltei para as aulas, só que em outro curso, numa versão mais adulta. E, no mesmo ano, viajei pra Disney, como presente de 15 anos. Pode apostar que uma das caras de pau com inglês enroladão a pedir tudo, falar tudo, desenrolar tudo, era eu. Foi um caminho sem volta. Idioma. Viagem. Nunca mais eu fui a mesma pessoa! Com 16 anos, eu acabei meu curso de inglês, antes de me formar no ensino médio. Para mim, o segundo passo era obvio: fazer espanhol. Mas tinha uma coisinha chamada vestibular que não permitiu, na época.

Quando passei pra UFF, a primeira providência tomada foi entrar no espanhol. Que decisão mais maravilhosa, cara. Deus abençoe essa fissura. Fiz intensivo, super intensivo, curso de verão, devorei o curso, os livros, o idioma e me apaixonei de corpo e alma. Em um ano e meio acabei o curso. Além disso dei sorte de cruzar com pessoas incríveis nesse caminho que fizeram a experiência ser mais valida ainda. E aí, lembra que idioma e viagem se conectam, nessa história né?! Por causa do espanhol, como já disse por aqui, pude arriscar a tentar um intercambio pela faculdade e, ah moleque, fiz um semestre da faculdade na Espanha – La Coruña –  foi/é/vai sempre ser um pouco minha casa. Várias das melhores lembranças que tenho na vida, eu adquiri durante o intercambio, fora as amizades que – que sorte na vida de essas pessoas terem passado na minha vida, e que algumas tenham ficado.

Voltei para o Brasil, um pedacinho do meu coração ficou.

Eu estava nos últimos períodos da faculdade, mas o terceiro passo já era obvio, mais uma vez: aprender francês. Por conta da carga horaria, Monografia e trabalho, não deu. Tive que adiar para quando acabasse a faculdade. Monografia entregue, com nota, free at last da UFF! Entrei para o francês. Depois de um semestre de curso fui para aulas particulares. Infelizmente tive que pausar nessa parte. Mas o francês é uma admiração e um desafio, porque apesar de todo o meu esforço não consegui chegar na parte que me considero uma pessoa que domine, mas eu vou chegar lá. E, eu pausei por uma causa boa, realizar o sonho de trabalhar fora e aqui eu estou.

Mas, porque eu estou falando isso tudo? Já falei demais, até… O que eu queria dizer é que estar morando, trabalhando, fazendo amizades em um pais que fala um idioma totalmente estranho para mim é, com certeza, o maior pulo no escuro da minha vida. Viajar por aqui já seria muito desafiador, mas vir morar foi uma loucura tão grande, que sei nem descrever. Todas as pessoas me perguntam como é minha comunicação por aqui. No trabalho é fácil, porque todo mundo fala inglês, espanhol, francês, até um colega de trabalho, que é thai – maior loucura isso! – Fala um pouco de português. Mas na rua, é aquilo, as poucas palavras que já aprendi, arriscar um inglês que eles consigam entender, linguagem dos sinais e boa vontade. Quando saio com os amigos do trabalho, eles sempre juram que vão falar em inglês, mas nunca falam! E não é por mal, eu não fico nem brava, no Brasil, na minha roda de amigos, dificilmente falaríamos qualquer idioma que não fosse o nosso.

Agora, eu, maníaca por falar, ouvir e me comunicar e um dos seres humanos mais curiosos que já habitaram nessa terra, vivendo num lugar que eu não entendo as pautas das reuniões até que me traduzam, não entendo as risadas out of the blue no meio de uma conversa na copa, não entendo os ingredientes de uma comida em barraquinhas na rua, não consigo explicar direito os sintomas de mal estar no hospital/farmácia, não consigo pronunciar decentemente as palavras mais simples ou diferenciar os 5 tons que cada palavra tem em thai…  Tem sido um aprendizado diário. Eu cheguei a um ponto de naturalidade que já me acostumei a não entender, a aceitar que preciso esperar alguém traduzir, a fazer todos os gestos possíveis para alguém tentar me entender e a não me estressar quando não entendo alguma coisa, ou quando riem e eu fico olhando em volta. Por que verdade seja dita, eu vou fazer mais o que?

É engraçado notar isso. Notar que eu sou um peixinho fora d’agua aqui, às vezes, e não importa o que eu faça para tentar mudar isso (por enquanto, enquanto não aprendo thai rs) e tudo bem. Resiliência. Paciência. Jogo de cintura. Bom humor. Já estou ficando craque nessas potencialidades por aqui.

Conexão ou Escala? Saiba como identificar!

14 . abril . 2017

Hey pessoal!

O post de hoje é prático e campeão de perguntas. Quando viajamos de avião e vamos parar em algum lugar antes do destino final, como devemos proceder? Vamos sair ou não do avião. Eis que te digo agora como é fácil descobrir!

Exemplo:

Conexão Blush Viajante

No vídeo abaixo eu te explico tudinho…

 

Uma bitoca!

O que vem a mente quando pensamos na Tailândia?

01 . abril . 2017

Sawadee kha!

Estava refletindo aqui para fazer um segundo post né?! Nesses pensamentos, me veio essa pergunta!

Nem surge Bangkok na jogada né?! Provavelmente você pensa nas ilhas paradisíacas primeiro. O segundo pensamento deve ser… TSUNAMI! Acertei?! E depois deve vir aquela máxima de que aqui o povo vive de comer barata…

Confesso que antes de decidir tentar uma vaga por aqui, eu nunca tinha nem parado pra pensar fora da caixa também e toda vez que eu contava pra alguém que estava arrumando as malas pra vir pro outro lado do mundo surgiam essas questões. E sei que minha família ficou feliz por mim, mas ficaram muito assustados, também! Eles falavam que era um lugar perigoso demais, que eu ia odiar a comida, que eu tinha que tomar cuidado pra não ser presa e que tinha Tsunami toda hora – inclusive virou uma interna pros mais chegados haha!

E a verdade é que, todo lugar no mundo tem seus clichês que viajam mundo afora e acho que esses são os tailandeses.

A intenção desse post é desconstruir (minha veia cientista social e tal rs), fazer graça e discordar da maioria dos textos que li antes de vir pra cá.

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Quando descobri que vinha, resolvi fuçar toda a internet atrás de informações a respeito do Reino da Tailândia. Achei bastante informação útil e interessante, de verdade, mas me lembro de alguns lugares que li diziam que a Tailândia, mais precisamente Bangkok, é ame ou odeie. Que a cidade é suja e fedorenta; que a cidade é feia; que as pessoas vão te enganar e são desonestas…

Olha, veja bem, sei que ninguém tem o compromisso de ser 100% fiel a realidade social do lugar, mas é um discurso muito superficial. Se você pegar essas frases soltas, pode estar se referindo a qualquer lugar do mundo. O Rio de Janeiro turístico é uma beleza, mas já foi pras regiões do subúrbio? Paris é muito romântica, mas você chegou a conhecer os lugares fora do centrão e se deparar com ruas super sujas? Já conheceu regiões das cidades fora do circuito mainstream de qualquer lugar do mundo? Pode jogar essas frases aí que eu aposto encaixa na maioria!

Bangkok, pra mim, é difícil de descrever até hoje e não rolou comigo um ame ou odeie instantâneo! Tem quase dois meses que eu moro aqui só, mas esse lugar já se tornou um pouquinho o meu lar. Mas ao mesmo tempo eu não me encaixo em lugar nenhum! Eu já sei o caminho de ir e voltar pra casa, mas quase não conheço minha região (Phra Khanong, se quiser dar uma viajada no google maps!). Já fiz amigos thai, que são pessoas incríveis e já fui a templos aqui, só que nenhum famoso e conhecido para tirar umas fotos e bombar no insta hahaha

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ÓBVIO que sei que viajar e morar num lugar te dão perspectivas totalmente diferentes, mas acho difícil existir qualquer lugar que se defina apenas como: ame-o ou odeio-o. Por exemplo, aqui não tem a beleza das ilhas paradisíacas, mas as combinações dos arranha-céus modernos com os templos espalhados pela cidade fazem dela uma combinação surpreendentemente harmoniosa.

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Aqui faz calor demais, demais mesmo, eu nasci e cresci no Rio e olha, mesmo assim, num guento, mas apesar disso, a maioria das pessoas andam quase todas cobertas, muitas vezes de casacos porque elas não querem se queimar de sol, porque isso é um estigma muito grande na sociedade aqui. E acredita que eles não ficam suados? Eu, em compensação… E as pessoas não comem baratas nas suas refeições, nem grilo, nem escorpião! Isso é absolutamente e totalmente turístico, paga até pra tirar foto com o espetinho na mão.

Se tem uma dica que eu posso dar, se eu tô em posição de fazer isso né?! É fuja dos clichês. Nenhum lugar se resume ao que é disseminado sem cuidado por aí.

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E Bangkok… Ah, Bangkok é MUITO mais que isso. É descobrir alguma coisa nova todo dia. Tanto na cidade, quanto na cultura. Bangkok é se jogar sem medo, pra conseguir realmente desfrutar do que ela tem a oferecer.

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