Tendências do turismo na década atual

02 . fevereiro . 2016

Hey pessoal!

Tudo bem?

Hoje eu trago um texto da Ana Menezes, que fala sobre os tipos e tendências dos viajantes…

O mundo está mudado: relações, conexões, percepção do tempo e espaço, entre outras coisas. Porém, essas mudanças não ocorrem isoladas. Um dos principais fatores, a tecnologia, já está inserida na realidade das pessoas. Com o advento da internet, muito foi alterado, inclusive o jeito de viajar! O desenvolvimento de plataformas de busca permite ao comprador viajante, desfrutar de uma experiência plena desde a escolha do percurso até compartilhar seus momentos. O papel do agente de viagens se faz o diferencial nesse momento: a estabilidade de fazer um pacote personalizado, sob medida para as suas necessidades e sonhos é o que mantém acesa a chama das agências que resistem bravamente as investidas contra sua categoria.

Estudos apontam que nas próximas décadas, o mercado de turismo mundial será alterado radicalmente por novas tendências: novos perfis de turistas, novos destinos, novas classes sociais, questões políticas, tecnologia, fidelização, saúde e sustentabilidade.

Os novos perfis do viajante englobam três categorias distintas. Os “Silver Hair Tourist”, que traduzindo ao pé da letra significa turista de cabelo branco, vêm a ser a categoria que apresentam uma importância cada vez maior no setor, já que a expectativa é que, pelo ano de 2050, o número de idosos ultrapasse a contagem de 100 milhões de cidadãos. Com um estilo de viajar bem característico pelo conforto, personalizado e sem medo de gastar, o “silver hair tourist”, busca uma experiência de viagem fundada na saúde, bem-estar e estímulos sensoriais (como a gastronomia e degustação de vinhos).

O segundo tipo de viajante é aquele nascido entre os anos de 1979 a 1994, conhecido como Geração Y, que vão computar 50% da população mundial no ano de 2025. Os turistas dessa categoria buscam em suas viagens experiências profundamente intuitivas, interativas, emocionais, que possibilitem explorar, mas, em contrapartida, sem abrir mão do valor.

O terceiro perfil, o mais novo e mais impactante, são aqueles da Geração Z (jovens nascidos a partir do ano de 1994), que são perfeitamente inseridos na nova realidade tecnológica atual, sabendo adaptar seu estilo de vida as redes sociais. Com grau elevado de escolaridade e utilização da tecnologia necessária, é um tipo de turista que não se importa em gastar o seu dinheiro com aquisições momentâneas e procura informações, e mais do que isso, interação, em real timming.

Atrelado a isso, está o crescimento do poder aquisitivo mundial. A maior parte da população vai ocupar os níveis da classe média, onde estimasse que até 2030, 5 bilhões de pessoas se encontrem nessa classe econômica. A principal característica do viajante internacional da classe média será a busca por companhias aéreas Low Cost, que possibilitam um jeito de viajar mais dinâmico, barato e rápido.

Além disso, muitas novas questões serão levadas em consideração na escolha dos destinos. A principal delas é a segurança internacional, por conta do Terrorismo e a instabilidade política. E, também, novos destinos entram em alta: Ásia, América do Sul, Leste da Europa e África.

Um dos maiores desafios da década é como buscar a fidelização do cliente. Essa prática, também exige uma mudança, já que turista, como descrito, vem mudando com o passar dos anos. O mais recomendado é a fidelização através da oferta de serviços. Serviços exclusivos, que o beneficiem de alguma maneira e demonstrem que ele está ganhando poderão ser o diferencial necessário.

Por fim, a tendência mais importante da década é a Sustentabilidade. Os turistas e o mercado devem funcionar em consonância. Os turistas, que buscam visitar lugares no Oriente, deverão aprender a respeitar os locais, a cultura e o ambiente, bem como os viajantes fazem questão de se sentir parte integrante do meio que visitam.

A realidade que se apresenta nos próximos anos, é de adaptação. Já que o mercado está em intensa modificação, faz parte do perfil do agente de viagens saber utilizar as ferramentas necessárias para conquistar as três novas categorias de viajante.

Depois deste texto muito bem redigido, eu te pergunto:

Uma bitoca e até a próxima!

Crédito da foto: @queridoverao

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